O genérico de ‘True Detective’ merece ser visto – mesmo por quem não segue a série


Quanto à série, dizem que é brutal. Há quem mesmo a coloque ao nível de um Breaking Bad ou de House Of Cards. Mas não é dela que trata este artigo. Aqui falamos do genérico de abertura, que é, de longe, um dos melhores que já vimos nos últimos tempos. Foi realizado por Patrick Clair, director criativo da agência de design visual Antibody.

True Detective é, na verdade, uma mini-série. Tem apenas 8 episódios, ao longo dos quais é retratada a vida de dois detectives de homicídios, Rustin Cohle (Matthew McConaghey) e Martin Hart (Woody Harrelson). A acção desenrola-se em dois tempos distintos, 1995 e 2014. True Detective estreou-se em Janeiro, nos EUA, pelas mãos da HBO; e já tem uma segunda temporada em preparação, na qual McConaghey não irá participar. Depois de, nos Óscares, ganhar a estatueta de Melhor Actor pela sua prestação no Dallas Club, o actor fez o anuncio: “não, não vou voltar para a segunda temporada. A primeira foi a última”.

O apetite do público por séries televisivas que exploram e ampliam a linguagem cinematográfica é insaciável. A verdade é que True Detective tem sido um êxito. Mais de 2 milhões assistiram à estreia da série na HBO, que acabou por conquistar o público nos primeiros episódios (outras séries levaram uma ou duas temporadas a fazê-lo). E foram tantos aqueles que quiseram assistir ao último episódio no HBO Go, a plataforma online de streaming do canal norte-americano, que o mesmo foi abaixo.

O sucesso de True Detective também foi traçado certamente por incluir  actores do grande ecrã. Falamos, claro, de Matthew McConaughey e de Woody Harrelson. A fórmula já tinha sido testada com Kiefer Sutherland (24), verificada com Kevin Spacey (House Of Cards) e confirmada com Kevin Bacon (The Following).