Vodafone reforça aposta no Rock In Rio Lisboa com palco próprio


A Vodafone, uma das marcas que estão a ganhar cada vez mais importância no panorama da música nacional, marcará presença na edição deste ano do Rock In Rio Lisboa com um Palco que visa promover os novos e bons talentos nacionais.

O Palco Vodafone chega este ano ao Rock In Rio com o conceito que sempre acompanhou a marca em todas as suas campanhas relacionadas com a música: dar oportunidade ao novo, ao jovem e à música alternativa. Em cada dia, o cartaz contará com uma banda internacional, uma banda portuguesa e ainda uma outra banda que será seleccionada através de um casting, a decorrer a partir de dia 11 de Abril.

Para o primeiro dia, estão confirmados os Silva e os portugueses Cais do Sodré Funk Connection. Para dia 29 de Maio, o segundo dia, estão confirmados os norte-americanos Triptides e Frankie Chavez, o guitarrista português que vê nas viagens que faz a sua principal inspiração para um blues rock acústico com veia portuguesa. Para dia 30 de Maio, podemos contar com Blood Orange e Salto, banda portuguesa vinda do Porto. No dia 31 vão estar presentes no Palco Vodafone os Wild Beats e os Capitão Fausto, que lançaram este ano o segundo álbum Pesar O Sol. Para o último dia, 1 de Junho, estão confirmados os Bombay Bicycle Club e os Linda Martini, a banda de Queluz que anda por Portugal a apresentar o mais recente álbum, Turbo Lento.

É a primeira vez que o Rock In Rio dá a uma marca a oportunidade de apelidar um palco desta dimensão e a tarefa de se encarregar de toda a sua programação. A Vodafone convidou ainda diversos artistas plásticos nacionais para decorarem o palco e outros espaços do festival com materiais reutilizados, através da iniciativa Vodafone Redcycle.

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A apresentação do Palco Vodafone contou ainda com um showcase dos Salto que tocaram Deixa Cair e Por Ti Demais e apresentaram ainda uma das músicas incluídas no EP Beat Oven, lançado esta sexta.

Em conversa com o Shifter, os Salto admitiram que tocar num festival como o Rock In Rio traz uma “pressão boa”, visto ser um concerto para uma plateia que não está tão familiarizada com as músicas da banda, e que é uma oportunidade para agarrar novos fãs. Sobre o novo EP, explicaram-nos que surgiu da necessidade de não deixar na gaveta músicas que não se enquadravam no segundo álbum, que estão a preparar actualmente, mas que também pertenciam aos Salto.

Maioritariamente electrónico, descreveram-nos as músicas como as suas “viagens à lua”, improvisos impulsionados pela vontade de fugir ao que habitualmente tocavam e ao som que estavam habituados a fazer.