Apple Pay é a proposta de Cupertino para substituir a carteira


O iPhone 6, o iPhone 6 Plus e o Watch chegam com um novo serviço: o Apple Pay, a resposta de Cupertino a sistemas como o Google Wallet e o PayPal, e a proposta da equipa de Tim Cook para substituir a “velha” carteira de bolso.

O Apple Pay é baseado na tecnologia NFC (ou Near Field Communication), que é actualmente o padrão para sistemas de pagamentos móveis, de que o Google Wallet – referido anteriormente – é exemplo. O Apple Pay funciona quer para pagamentos físicos, isto é, em loja, quer para online. E é compatível com o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus (pois estes equipamentos têm NFC), mas também com o iPhone 5/5C/5S desde que acompanhado do Apple Watch (que também tem NFC).

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Para começarem a usar o Apple Pay, os utilizadores têm de adicionar o seu cartão de crédito ou de débito à app Passbook do seu iPhone. Depois, na loja, só têm de encostar o telemóvel ao terminal NFC e autorizar a compra através do Touch ID. No caso do Apple Watch não é através do Touch ID mas sim pelo contacto com a pele. O Apple Watch quando é colocado pede um código de segurança e assim que é retirado bloqueia automaticamente, não permitindo assim efectuar pagamentos sem ser usado pelo dono do código. Nesta primeira fase, o Apple Pay será suportado em alguns locais dos Estados Unidos, como a Disney Store, o parque temático Walt Disney World Resort, os restaurantes McDonald’s, os armazéns Macy’s, a cadeira Subway, as lojas Sephora, a Staples…

No online, o Apple Pay funcionará em apps como o Target, a Uber, a Groupon, a Starbucks e OpenTable.

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Caso o utilizador perca o iPhone, não será necessário cancelar os cartões de crédito. Basta usar o Find My iPhone e suspender o serviço.

O Apple Pay chegará em Outubro aos Estados Unidos.