Se a Terra tivesse uma bandeira, como seria?


Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar solo extraterrestre. Em 1969, o mítico astronauta pousou em solo lunar e concluiu a jornada histórica da conquista da Lua, ao serviço dos EUA. Simbolicamente foi deixada para trás a bandeira norte-americana, como sinal da presença humana e da conquista tecnológica e científica da América do Norte.

Até então, os feitos espaciais foram reclamados pelas nações que os concretizaram, não deixando espaço para uma revindicação maior, que englobe a totalidade da humanidade e seja representativa não de uma língua ou nacionalidade, mas sim de toda a espécie humana.

O designer gráfico Oskar Pernefeldt concebeu assim o projecto The International Flag of Planet Earth. A bandeira de Pernefeldt é global. Foi criada sob a premissa de “quebrar” as barreiras fronteiriças que dividem o mundo e abrir espaço para um símbolo uno que represente a Terra no espaço.

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Na bandeira podemos ver sete anéis brancos, sobrepostos, sobre um fundo preenchido de azul. O azul que domina a bandeira espelha a preponderância do elemento água no nosso planeta. Os sete anéis simbolizam os sete continentes e a sua intercepção remete-nos imediatamente para a forma de uma flor que pretende representar a vida na Terra. O site do The International Flag of Planet Earth acrescenta: “Os anéis estão ligados uns aos outros, o que representa a ligação, directa ou indirecta, de tudo o que existe no nosso mundo.”

O projecto mostra ainda a possíveis formas de utilização da bandeira planetária: costurada no fato espacial, colocado sob o solo de outro planeta e até num evento desportivo interplanetário.

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