Jogos no Messenger? Marcas no WhatsApp?


 
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O Facebook parece empenhado em melhorar a impulsionar as relações entre os responsáveis de negócios e os respetivos clientes, tendo até lançado uma plataforma que se foca nessas mesmas relações em março deste ano. Agora, é o WhatsApp que está a merecer a atenção de Mark Zuckerberg, podendo ser o próximo a focar-se também nas conversas business-to-consumer.

O Facebook Messenger tem-se afirmado cada vez como uma plataforma separada do Facebook. Um pouco antes de receber o seu próprio site, dispensando a necessidade de ires à rede social para conversares com os teus amigos, tinha sido anunciado o Messenger for Businesses, uma plataforma que facilita o contacto da empresas com os seus clientes e que já está disponível para algumas marcas norte-americanas.

No futuro, esse mesmo modelo poderá passar também para o WhatsApp, comprado pelo Facebook em fevereiro de 2014 por 19 mil milhões de dólares. David Wehner, diretor do departamento financeiro do Facebook, já comentou essa possibilidade: “achamos que activar essa forma de mensagens resulta num bom potencial de negócio para nós. À medida que vamos aprendendo essas coisas vai havendo a oportunidade de as levar para o WhatsApp, mas esse é um assunto mais a longo-prazo.”

Enquanto se aguarda para que esta mesma funcionalidade fique disponível para o resto das empresas e clientes ao redor do mundo, esta é a mais uma ferramenta que a rede social mais utilizada do planeta tem em mente, criando cada vez mais condições para ter a sua própria internet paralela.

Nem tudo pode ser levado tão a sério

Enquanto alguns colaboradores do Facebook se concentram em criar formas de contacto para os clientes de empresas, há quem tenha como principal tarefa convencer os programadores a criar… jogos para o Messenger.

De acordo com o The Information, a rede social, que deu permissões há pouco tempo para que outros programadores desenvolvem “extensões” para o Messenger, tem estado em conversações para que sejam criados pequenos jogos para a aplicação com vista a criar um maior engagement, para além de ser mais uma forma de lucro (com publicidade, pois claro). O Facebook ainda não comentou estas afirmações.

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