Lisboa está na corrida pelo colossal Web Summit


 
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Tinder, OnePlus, Oculus, Pixar, Slack, Hyperloop, BlaBlaCar, Vox Media, Cyanogen, Kickstarter, Github, Evernote, Facebook, Zomato, Pebble, BitTorrent e Pitchfork são apenas algumas das empresas que vão estar representadas, em Novembro, pelas suas mais altas figuras na edição de 2015 do Web Summit, considerada uma das mais importantes conferências europeias de tecnologia, empreendedorismo e inovação.

Desde 2010 a decorrer em Dublin, na Irlanda, o Web Summit (que, em 2014, premiou a start-up portuguesa Codacy) está à procura de uma nova casa. Lisboa e outras cidades como Paris, Cannes e Londres candidataram-se a acolher a edição de 2016 do evento.

O processo está a ser conduzido pelo secretário de Estado da Economia, Leonardo Mathias, conforme noticia o Público. Os primeiros contactos entre o Governo português e a organização do Web Summit aconteceram em Março, quando estes “pediram informação a várias cidades”, refere o jornal. Uma resposta dos organizadores deverá chegar até ao final de Setembro.

O número de camas em hotéis para alojar os 20 mil participantes durante os 3 dias do evento, os voos disponíveis, e ainda as “ligações das cidades a empresários, startups e empreendedores” são, de acordo com o secretário de Estado, alguns dos critérios tidos em conta pela organização do Web Summit. [Em Junho deste ano, sector hoteleiro na área metropolitana de Lisboa registou uma média de 37 mil dormidas diárias.]

O Web Summit é uma paragem importante no circuito mundial dos eventos de tecnologia. “É preciso criar em Portugal o ecossistema para que seja possível juntar tecnologia, empreendedorismo, ligação às universidades e às escolas”, referiu Leonardo Mathias ao jornal Público. “Portugal tem muito a ganhar com o Web Summit, que daria a visibilidade para atrair empreendedores e investimento vindo de fora.”

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