5 nomes obrigatórios desta edição do Vodafone Mexefest


Com data marcada para 27 e 28 deste mês, o Vodafone Mexefest está de volta para dar música a Lisboa e transformar a Avenida da Liberdade – e arredores – no maior palco pré-natalício da capital. Coliseu, Cinema São Jorge, Teatro Tivoli, Garagem EPAL, Palácio Foz, Estação do Rossio, Ateneu, Tanque, Sociedade de Geografia, Casa do Alentejo e a Igreja de S. Luis dos Franceses vão acolher os mais de 50 nomes que compõem o cartaz.

Do rock ao hip hop, passando pelo mínimal, electrónica e blues, esta quarta edição mantém-se num registo eclético que seduz os ouvidos e faz com que os dois dias de duração do festival sejam os mais curtos do ano. Por isso, do total de 53 bandas que vão passar por Lisboa, estas são as nossas sugestões para ver, rever ou ficar a conhecer.

Akua Naru

Akua Naru é a primeira a entrar na lista. Com uma musicalidade viciante, letras brilhantes e energia inspiradora, a norte americana – agora a viver em Colónia na Alemanha – é uma combinação intensa entre Erykah Badu e Lauryn Hill, que conseguiu traçar o seu próprio caminho. Activa no mercado desde 2010, com singles como “The World is Listening“, “The Backflip” ou “HEARD“, Akua vem até à estação do Rossio no dia 27 e traz boas razões para a ouvirmos.

Bombino

De Niger para Lisboa, Bombino é o segundo nome. A história é invulgar: um guitarrista tuareg, autodidata, que tinha como influências Jimi Hendrix e Mark Knopfler. Descoberto há pouco tempo por Dan Auerbach (Black Keys, The Arcs), Goumar Almoctar chega a Lisboa com Nomad, um álbum mágico feito a guitarra, e muito talento para dar a conhecer, também na estação do Rossio, mas a dia 28.

Cave Story

Cave Story já começa a ser um nome familiar no circuito de festivais portugueses. E com boa razão para isso. O trio das Caldas da Rainha já deu cartas no NOS Alive, Milhões de Festa, Indie Music Fest, Jameson Urban Routes, e agora, no Vodafone Mexefest é provável que a história se repita. Com o primeiro EP – Spider Tracks – editado este ano ano, os Cave Story vão até à Garagem EPAL dia 27 mostrar dotes.

Benjamin Clementine

Ainda no campo dos dotes, ninguém tem mais para mostrar do que o britânico Benjamin Clementine agora que o Mercury Prize já consta na prateleira. Com uma mini tour portuguesa que começa amanhã em Aveiro, passando dia 25 pela Casa da Música no Porto e que termina a 27 no Coliseu, Clementine tem tudo a provar e, esperemos, pouco a desiludir.

Glockenwise

Por último, e porque este ano as bandas portuguesas dominam o certame, os barcelenses Glockenwise são seguramente uma boa surpresa para quem não os viu. O potencial é muito e eles trazem todos os ingredientes para nos rendermos: rock de acelerar o coração e punk que nos dissolve o corpo em euforia. É assim que o quarteto entra em acção a 28 de Novembro, no Ateneu, pelas 22:30.

No restante cartaz, destaque para o Vodafone Bus – que será o palco móvel do festival – onde os portuenses The Sunflowers vão tomar conta do percurso a 27 e os Pás de Problème a 28. Pelo meio há ainda Tó Trips, NerveThey’re Heading West, Ariel Pink, Peaches, Roots Manuva, Holy Nothing ou Castello Branco.

Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais e os preços variam entre os 45€ (até aos dias do festival) e 50€ no próprio dia. Podes consultar toda a informação relativa ao Vodafone Mexefest aqui.