A vending machine de contos


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Terá sido inspirada na portuguesa Máquina d’Arte?

O conto – formato pequeno, mas enorme no seu valor literário – está, a par do romance ou da poesia, num Olimpo das formas de arrumar a literatura. Preferido por autores como Alice Munro (vencedora do Nobel em 2014), Raymond Carver (autor de coleções clássicas como “Catedral ou Do Que Falamos Quando Falamos de Amor”) e, claro, de Anton Tchekhov, icónico mestre do estilo. Só não estamos habituados a vê-los em vending machines.

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O Sul de França vai agora ser casa de uma série de aparelhos que oferecem pequenas histórias, ao contrário dos snacks e refrigerantes habituais. As máquinas vão oferecer a possibilidade de escolher histórias de um, três ou cinco minutos. Todas as histórias são oriundas da editoria Short Édition e são completamente grátis.

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