O quadro que foi vendido por um balúrdio


 
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Um quadro de Modigliani, “Nu Chouché”, considerado uma das suas principais obras, foi arrematado, em Nova Iorque, por 170,4 milhões de dólares, um recorde mundial em leilões deste pintor italiano.

O artista italiano Amedeo Modigliani (1884-1920) entrou assim no selecto grupo de artistas que tiveram obras suas a serem vendidas por valores acima de 1oo milhões de euros. A pintura “Nu Chouché” foi vendida por mais do máximo anterior registado por um quadro de Modigliani – 70,7 milhões de dólares.

O quadro, datado de 1917-1918, tinha sido avaliado em 100 milhões de dólares pela leiloeira Christie’s, mas com o valor atingido tornou-se na segunda mais cara alguma vez vendida num leilão. A obra foi comprada pelo investidor multi-milionário Liu Yiqian e à sua mulher, Wang Wei.

A lista dos quadros mais caros de sempre continua a ser encabeçada pelo “”Les Femmes d’Alger (Version ‘O’)”, de Pablo Picasso, arrematado por 179,4 milhões de dólares num leilão realizado ano passado. “Three Studies of Lucian Freud (In 3 Parts)”, de Francis Bacon, passou assim para o terceiro, pois só atingiu os 142,4 milhões.

Na lista dos autores com obras vendidas por mais de 100 milhões de euros contam-se Picasso, com três obras, Francis Bacon, Giacometti, também com três obras na lista, Warhol e Munch.

No leilão desta segunda-feira o quadro “Nurse” (1964) de Roy Lichtenstein também superou as expectativas ao ser vendido por 95,3 milhões de dólares quando a estimativa era que a obra se ficasse pelos 80 milhões. Durante a noite, a Christie’s vendeu um total de 34 lotes por um valor total de 491,4 milhões de dólares.

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