Lion Babe, Orelha Negra e Rhye confirmados para o SBSR 2016


 
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A diversidade de estilos e origens dos artistas que compõem o cartaz do Super Bock Super Rock é desde sempre uma das suas marcas. Hoje foi apresentado o primeiro nome nacional da 22ª edição do festival – Orelha Negra – e ainda dois nomes internacionais: Rhye e, em estreia no nosso país, Lion Babe (primeiro nome confirmado para o Palco Carlsberg).

Juntos desde 2010, Cruzfader (DJ), Sam the Kid (MPC), Fred Ferreira (bateria), Francisco Rebelo (baixo) e João Gomes (teclas) editaram dois LP homónimos, alguns singles e duas mixtapes de enorme sucesso. Os Orelha Negra têm par em Portugal, e cada um dos elementos condensa no projecto, de forma inigualável, a experiência e o saber-fazer conquistado noutras aventuras artísticas, colectivas ou em nome individual. A música é-lhes coração e alma, e nela, com ela, as portas têm-se aberto para colaborações, porque o universo dos Orelha Negra é também feito de partilha. Em 2016, estão de volta à estrada com mais um disco, e o Super Bock Super Rock será o lugar de eleição para ouvirmos os temas novos e todos os outros que fazem dos Orelha Negra um dos melhores projectos musicais portugueses.

Os Rhye são uma dupla californiana que resulta do génio de um canadiano, Milosh, e de um dinamarquês, Robin Hannibal. Depois de um passado feito de projectos a solo ou com outros colectivos, os dois juntaram-se para criarem música feita com muita elegância. Têm um álbum de originais chamado Woman, recheado de pérolas que encantam. Quem não se apaixona por temas como “Fall” ou “Open”?

De Nova Iorque, a música da cantautora e performer Jillian Hervey e do produtor e instrumentista Lucas Goodman, feita de muito groove, soul e disco. Soa retro, mas é claramente virada para os nossos dias. Entre 2012 e 2013, com os singles “Treat Me Like Fire” e “Jump Hi”, os Lion Babe ganharam o mundo, e este não os largou mais. Este ano, chega o longa-duração Begin, com hits para dançar como “Where Do We Go”, “Wonder Woman” e “Impossible”.

Se não conseguirmos aumentar o número de patronos, a 2ª edição da revista será a última, e o Shifter como o conheces terminará no final de Dezembro. O teu apoio é fundamental!