Charles Bradley, Mallu Magalhães e Baio são as primeiras apostas do Vodafone Mexefest


Charles Bradley, que em 2015 encantou Paredes de Coura, vai voltar encher os corações de 25 a 26 de Novembro. Virá acompanhado de Mallu Magalhães (que, em Setembro, actuará em Braga) e de Baio. São estas as 3 primeiras confirmações para o Vodafone Mexefest 2016.

Novembro traz de volta a música à Avenida da Liberdade com o Vodafone Mexefest. Os próximos dias 25 e 26 do mês de novembro farão mexer a cidade e uma das suas principais artérias. A correnteza de sons e de gente inundará a longa Avenida, enchendo muitos dos seus espaços com os melhores artistas – de múltiplos géneros – da música independente.

Charles Bradley, com “apenas” 67 anos de idade, é hoje um dos nomes mais falados da música. As aspas servem na exata medida do que, sabemos com certeza, o artista norte-americano ainda tem para dar. Depois de uma vida à sombra da pobreza, precária e solitária, foi a cantar James Brown que Bradley se deu a conhecer. Nunca é tarde, facto-cliché que o músico nova-iorquino faz questão de confirmar. Editou o disco de estreia em 2011, No Time For Dreaming, dois anos depois chegou Victim Of Love e, já este ano, o estrondoso “Changes”. Canta – interpreta – de forma visceral os temas funk e soul mais extraordinários da atualidade. A Portugal chegará com os His Extraordinaires, banda de apoio que tornará a sua presença no Vodafone Mexefest ainda mais inesquecível.

Originária de São Paulo e hoje a residir em Portugal, Mallu Magalhães vem ao Vodafone Mexefest com a sua voz inconfundível. Depois de ter encantado com a Banda do Mar, a jovem mulher de talento e génio raros vem ao Festival apresentar muitos dos sucessos dos seus três discos. A música da brasileira é maravilhosamente cativante com marcas folk-pop a aventurarem-se igualmente pelo tropicalismo, samba e reggae. Imperdível.

Baio é apelido e o título que a música em nome próprio do baixista dos Vampire Weekend leva. Depois de dois EP, Mira e Sunburn, Baio estreou-se o ano passado em formato longa duração com The Names. Publicações como Pitchfork, Pretty Much Amazing, Spin, Paste, entre outras, renderam-se a uma pop incrivelmente fresca, pontuada de eletrónica em doses precisas e dançáveis.

O bilhete único válido para os dois dias do Festival encontra-se já à venda nos locais habituais pelo valor de 40 euros até 30 de Setembro, passando para 45 euros a partir do dia 1 de OutubroNos dias do Festival o valor do bilhete é 50 euros.