O genérico de ‘Westworld’ é mais uma prova da grande aposta da HBO


 
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Já todos sabemos que Westworld é a grande aposta da HBO para esta nova época e, como vem sendo hábito, o genérico das suas séries é sempre levado muito a sério. A colaboração entre o canal norte americano e Patrick Clair não é de agora (o genérico da e temporada de True Detective são exemplos disso mesmo) mas o que é certo é que os frutos desta relação continuam a ser bem sumarentos. O director criativo que assinava os seus trabalhos com o nome da sua própria Antibody mudou-se para a agência Elastic e é de lá que sai este novo trabalho para a HBO. E se os violinos vos soarem a Game of Thrones, é normal. Ambas as músicas são obra do compositor Ramin Djawadi.

Claramente inspirado no universo meticuloso, sintético, plástico e falso humano criado por J.J. Abrams, Jonathan Nolan e respectiva equipa, o resultado é bonito, poderoso, brutalmente pormenorizado e capaz de transparecer a obsessão pelo detalhe, para a qual a temática da série também nos remete. Será então legítimo dizer que, avaliando pelo genérico, este Westworld arranca como uma aposta ganha por parte da HBO. Mas como tudo isto ainda agora começou, cá estaremos para falar de tudo o que falta para que esta série seja efectivamente fora de série.

Se não conseguirmos aumentar o número de patronos, a 2ª edição da revista será a última, e o Shifter como o conheces terminará no final de Dezembro. O teu apoio é fundamental!