Uma playlist e um guia de preparação para o Lisbon Dance Festival


 
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No Shifter estamos ansiosos para meter uns calções e uns ténis e explodir na pista do Lisbon Dance Festival, por isso, fizemos uma playlist inspirada nos artistas no cartaz. Aproveitando o pretexto e a banda sonora, falamos-te também sobre alguns nomes que vais poder ver dia 10 e 11 de Março.

Como se uma playlist e um guia com alguns dos pontos altos do festival não fosse suficiente, temos mais uma prenda para ti. O Shifter tem 1 passe duplo para o Lisboa Dance Festival para te oferecer. Para te habilitares a ganhá-lo só tens que nos dizer que música achas que falta na nossa playlist. Basta enviares a tua escolha e justificação para passatempos@shifter.pt e a participação mais original será premiada.

Hercules & Love Affair

Com o novo EP, Controller, lançado em Fevereiro, o trio liderado por Andy Butler promete voltar a deixar o público português ao rubro. Depois de inúmeras passagens por Portugal, desta vez são os cabeças de cartaz do Lisbon Dance Festival.

Marcel Dettmann

Desde 2006 que demonstra uma certa aptidão para o minimal Techno e, por isso, este ano lançou um EP duplo com nada mais nada menos que o maior nome do techno da atualidade, Ben Klock. Phantom Studies são 39 minutos de texturas que permitem à dupla marinar entre ambiente e minimal.

Mount Kimbie

Desde 2013 que não lançam nem LPs nem EPs. Curiosamente foi também em 2013 que a dupla de UK Bass passou pelo Lisboa Night+Day curado pelos The XX, no Jardim da Torre de Belém. Agora estão de volta não só a Lisboa, como também aos álbuns. Será o seu terceiro e terá o selo da Warp Records.

Tokimonsta

Jennifer Lee é Tokimonsta, uma produtora de L.A que se popularizou por criar instrumentais de Glitch Hop. Convida artistas para cantar ou rappar, criando verdadeiros hits Pop. Tem apresentado músicas com um toque mais comercial e a prova disto é o seu último disco, FOVERE, dono de pouca consistência, mas um verdadeiro petisco para as massas.

George Fitzgerald

Este é daqueles nomes da música eletrónica que não te pode passar ao lado. Em 2015 viu o seu nome a ganhar o merecido reconhecimento, com o lançamento do disco Fading Love e do single que está incluído no mesmo, “Full Circle”. A verdade é que não precisamos de falar muito do músico alemão, a sua música e a qualidade da sua produção falam por si, principalmente no que toca ao remix que fez de “Open Eye Signal” de um dos génios do IDM, Jon Hopkins.

Batida

A música africana corre no sangue de Pedro Coquenão e dos seus sets. Desta vez, Batida vai fazer um espetáculo diferente, que vai consistir numa emissão na Antena 3, transformando a rádio portuguesa no melhor dancefloor para quem não pode ir ao Lisbon Dance Festival. O Radio DJ Set do senhor Coquenão terá início às 00:30 H do dia 10 de Março.

Holy Nothing

Uma das sonoridades mais sui generis do festival está a cabo da tríade portuense, Holy Nothing. Pedro Rodrigues, Samuel Gonçalves e Nelson Silva pegam em sintetizadores, drum pads e grooveboxes para criar um projecto de grande qualidade, colocando-os na vanguarda da música eletrónica portuguesa. Em 2013 lançaram NOTHING IS FUN, em 2014 o EP Boundaries, em 2015 Hypertext e este ano preparam-se para voltar a quebrar barreiras com mais um disco a caminho.

 

Se não conseguirmos aumentar o número de patronos, a 2ª edição da revista será a última, e o Shifter como o conheces terminará no final de Dezembro. O teu apoio é fundamental!