Na Gulbenkian vão ser criadas tecnologias para melhorar a vida de refugiados

O Hack For Good veio para ficar e ficou. As inscrições estão abertas até 20 de Maio.

 

Nos dias 24 e 25 de Junho, a Gulbenkian vai acolher a segunda edição do Hack For Good, o primeiro hackathon solidário português que, em 2016, serviu para resolver desafios relacionados com o envelhecimento activo. Este ano, o tema serão os refugiados.

No Hack For Good serão desenvolvidas soluções tecnológicas destinadas a melhorar a vida dos refugiados, numa parceria com o Techfugees, uma comunidade global que surge associado ao hackathon como facilitador de conhecimento sobre o tema.

Em concreto, procuram-se soluções abrangentes e sustentáveis para resolver desafios actualmente vividos por refugiados e organizações de apoio, na área da saúde e na facilitação da integração social, cultural e económica dos migrantes nas comunidades de acolhimento.

Em 2016, o Hack For Good transformou a Gulbenkian num laboratório de experimentação tecnológica dedicada aos desafios do envelhecimento activo. Foi este o objectivo do hackathon que durou quase 30 horas e que envolveu 157 participantes, distribuídos por 36 equipas.

Entre os projectos vencedores, ficou a aplicação Ximi (o nome deriva da palavra proximidade), que pretende combater a solidão e o sedentarismo dos idosos através da “gamificação” das suas rotinas, criando dinâmicas de interação e convívio. A aplicação ainda está em fase de testes e é um dos 12 projetos selecionados, entre mais de 280 candidaturas, para integrar em Espoo, na Finlândia, um dos maiores programas de aceleração na área da saúde na Europa, patrocinada por grandes empresas mundiais como a Samsung.

Podes inscrever-te no site do Hack For Good até 20 de Maio.

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