Quanto mais poderoso pareceres, mais confiante serás

Chama-se "power posing" e é basicamente, tal como o nome indica, fingir que temos poder ou... poderes.

 
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No shuffle quase diário entre vídeos de produtividade saltou-nos à vista um Ted de Amy Cuddy em que a psicóloga social advoga a utilização de um truque bastante simples e que pode dar um contributo na dificil tarefa que é prepararmo-nos para uma tarefa.

Chama-se “power posing” e é basicamente, tal como o nome indica, fingir que temos poder ou… poderes. Levanta-te, dá dois passos ao lado da tua secretária, enche o peito de ar e faz a tua pose de super herói durante alguns minutos. Adoptares esta postura durante algum tempo vai desde logo ajudar-te a esticar alguns músculos e tendões, a abrir bem os pulmões enquanto respiras e, para além disso, num outro nível – o que está em jogo nesta teoria – modelar a produção de hormonal, alterando o nosso estado de espírito.

A proposta foi sintetizada num estudo de Amy Cuddy e da sua equipa da Universidade de Harvard e em equação foram colocadas duas hormonas – a testosterona e o cortisol – que para além de outras funções, regulam a ansiedade e a sensação de confiança.

O estudo foi feito com 42 estudantes, comparando as suas posturas de trabalho e resultados hormonais feitos a partir de amostras de saliva. Para ilustrar o que, para além do exercício, pode ser uma prática corrente, Amy Cuddy e o seu grupo de trabalho também produziram um guia com exemplos do que podem ser posições indutoras de confiança.

O exercício pode parecer disruptivo mas tem um parente próximo amplamento conhecido na tradição urbana, quem nunca ouviu dizer que sorrir é o primeiro passo para aprender a ser feliz?

Resta acrescentar que, depois de par de experiências – uma delas antes deste artigo – não podemos afirmar com total certeza que seja um game-changer mas é uma bela forma de marcar as nossas pausas, recordarmos os nossos role models e acreditarmos que podemos conquistar tudo o que sonharmos.

Para te dar um exemplo e quem sabe uma prova escolhemos ilustrar este artigo com o maior praticante desta filosofia em Portugal, Cristiano Ronaldo. 

 

Se não conseguirmos aumentar o número de patronos, a 2ª edição da revista será a última, e o Shifter como o conheces terminará no final de Dezembro. O teu apoio é fundamental!