Quatro escolas portuguesas entre as melhores do mundo para estudar gestão

Uma subida, uma entrada e duas manutenções. Portugal continua no ranking.

A presença das escolas nacionais nos rankings europeus já não é novidade mas não deixa de ser um bom sinal de prestígio para o ensino nacional. Embora os critérios possam ser simplesmente aqueles que mais agradam ao mercado, ou a determinada visão da sociedade, os prémios deste género são sempre um símbolo da exigência do estabelecimento de ensino, por um lado, um símbolo da validade dos cursos em causa, por outro.

Como referimos, as distinções já são um hábito em Portugal e o ranking de 2017, ordenado pela revista Finantial Times, reserva apenas uma surpresa positiva para o nosso país. O reconhecimento vai parar à Escola de Negócios da Universidade do Porto, que volta a subir no ranking, colocando-se entre as melhores instituições da Europa. Este é o 6º ano consecutivo em que a Porto Business School é distinguida pela sua excelência, sendo que 2017 até lhe valeu uma subida de 3 lugares no ranking, até à 59ª posição em 95 possíveis.

Ao ranking, em 2017, juntaram-se seis novas escolas de Portugal, Reino Unido, França, Itália e Bélgica. A portuguesa ISCTE Business School registou a melhor entrada da tabela, com indo directamente para o 80º lugar. O estudo do Finantial Times avalia os MBA, mestrados em gestão e outros critérios que podem ser conhecidos aqui.

Quanto ao cimo da tabela, mantém-se intocável e com bons indícios sobre a educação nacional. A fechar os primeiros 25 lugares mantém-se a Nova School of Business and Economics e a Católica Lisbon School of Business – embora neste caso numa trajetória de descida e com a perda de três lugares cada uma.

Os primeiros 14 lugares da tabela mantém-se entregues às mesmas instituições dos últimos anos, havendo apenas uma remistura na sua ordenação. O primeiríssimo lugar, esse, continua pelo 4º ano consecutivo, a pertencer à London Business School. Segue-se a Hec, em Paris, e a IE Business School, em Madrid.

Outro dos resultados do estudo tem a ver com as saídas profissionais dos cursos, que a Finantial Times sintetiza num gráfica elucidativo dividido por país.