Vans vai lançar uma coleção inspirada nas obras de Van Gogh

A nova coleção da Vans chega dia 3 de agosto às lojas.

Imagem: Vans

A Vans e o Museu Van Gogh vão unir-se para apresentar uma coleção inspirada nas obras de Van Gogh, um dos mais famosos e influentes pintores pós-impressionistas da história da arte ocidental. Nesta produção, a Vans trabalhou em estreita colaboração com a equipa do Museu Van Gogh para selecionar quatro dos principais trabalhos do pintor, enquadrados no espírito criativo de design da Vans e representantes de momentos de relevo da história e vida do artista.

Entre as mais de 1200 peças, “Caveiras”, “Amêndoa Florescida”, “Girassóis” e o “auto retrato de Van Gogh” foram as escolhidas para homenagear, através de uma extensa coleção com carimbo Vans, algumas das obras de arte mais conceituadas da carreira de Van Gogh num “novo” formato e com uma nova frescura dos tempos modernos.

Imagem: Vans

“Estamos muito satisfeitos com a coleção Vans x Museu Van Gogh, encaixa-se na nossa missão de tornar a vida e a obra de Vincent van Gogh acessível ao maior número possível de pessoas possível para que possa enriquecê-las e inspirá-las”, disse Adriaan Dönszelmann, Diretor do Museu Van Gogh. “Ao unir as icónicas obras de Van Gogh com o estilo da Vans, a nossa parceria traz a arte de Vincent “Off The Wall” e o mundo para um novo público fora do museu.”

Cada peça da coleção incluirá ainda uma hangtag especial que destaca os factos históricos por de trás de cada uma das peças de Vincent Van Gogh.

A coleção Vans x Museu Van Gogh estará disponível nas loja online da Vans e na loja física e online do museu no Museu Van Gogh, em Amsterdão, a partir de 3 de agosto. Parte das receitas deste projeto reverterão a favor da preservação do legado do artista.

Em jeito de comentário dizer que coleções como esta são sinais claros de como a cultura e a arte se estão a aproximar a um ritmo considerável do mundo comercial. Uma joint venture com consequências difíceis de prever que por um lado pode ajudar a divulgar um artista conceituado junto de um público desatento mas que, para alguns puristas defensores do valor da arte pode ser vista como uma desvalorização do trabalho do pintor.