Casa do Penedo: um lugar especial no meio do nada

Foi nesta Casa, #NoMeioDoNada, que a Samsung decidiu criar um espaço de cowork para o qual convidou o Shifter.

Casa do Penedo Samsung
Casa do Penedo (foto de Samsung/DR)

Se há conceito difícil de materializar é o de “nada” e, naturalmente, todos os que dele derivam herdam essa sua particularidade. Em abono da verdade, haveria várias assunções possíveis para a proposta de “estar no meio do nada”. A mais plausível e relacional: estar onde o homem não criou tudo e mais alguma coisa. Ainda assim, esta proposta continua a ser de difícil resposta: como estar onde não há onde se estar? A Casa do Penedo é uma espécie de resposta a este paradoxo. No alto de um monte, perdida nos verdes campos, foi construída entre quadros grandes rochas naturais do local e assim se edificou sem se anunciar.

Na Serra de Fafe, perto de Cabeceiras de Basto, a Casa do Penedo é desde a década de 1980 um símbolo único da relação entre o humano e a natureza pela forma como três grandes blocos de granito servem a sua estrutura. Lá fora, e nos seus arredores, chamam-lhe a “Casa dos Flintstones”, tal não é a naturalidade com que assenta sobre o campo que a faz parecer de tempos passados ou pertencente ao imaginário da popular série de animação. Em Portugal nem todos a conhecem porque, seguindo a essência do seu traço, não se anuncia a espectáculos nem a turistas.

Segundo conta a história ou as estórias que se vão recontando – por exemplo, neste artigo do jornal Público de 2009 –, a sua construção terá começado em 1974 como casa de descanso de um engenheiro de Guimarães e da sua família, que procurava construir ali um escape à vida citadina.

Quem conviveu com os tempos de vida activa desta casa explica como se levava à letra o conceito de abrigo. Um dos convivas, ouvido na mesma peça do Público, garante que o dono quando lá estava não queria saber de telefones, jornais, nem televisões, contentando-se com actividades da natureza como a caça, costume mais comum naquela época: “De um lado, a serra do Marão, a Senhora da Graça. Do outro, os montes do Sameiro (Braga) e da Penha (Guimarães). No cimo, com pedrinhas a ligar penedos, o engenheiro fez uma obra de arte.”

Vítor Domingos, o actual dono da Casa do Penedo (foto de Marco Brandão/DR)

Quanto ao seu interior, segue igualmente os mandamentos de abrigo natural, com cada uma das divisões que compõe os dois andares a assumir uma forma singular e a maior parte da mobília a ser feita entre gerações, de pedra e madeira maciça. As janelas recortadas na pedra dura são também elas irregulares, mas acessíveis à curiosidade de quem por lá perto passa.

Actualmente, e depois da curiosidade gerar visitas infortúnias, assaltos e tentativas de vandalismo, o forte de pedra maciça encontra-se cercada por uma vedação e apenas ao longe se pode contemplar. A circundá-la, e aproveitando-se da altura dos montes, ergueram-se sinais do mundo moderno, que acentuam o contraste entre a natureza e criação do homem com moinhos eólicos em torno da casa onde não há, nem houve, água canalizada nem electricidade.

Foi no meio deste cenário, e numa opção claramente arriscada, que a Samsung decidiu criar um espaço de cowork para o qual convidou o Shifter. Com electricidade e Wi-Fi improvisados (através de um gerador e de um router móvel), e com o novo Samsung Galaxy Note 9, cinco convidados passaram dois dias de trabalho absolutamente atípicos.

Entre penedos, pastagem e até uma vaca, os cinco – uma apresentadora (Rita Camarneiro), um fotógrafo (Mike Ghost), um ilustrador (Hugo Barros Costa), um redactor e gestor de redes sociais (Marco Brandão, do Shifter) e o fundador do Now CoworkLisboa (Fernando de Pina Mendes), – puderam comprovar o potencial do novo topo de gama da marca sul-coreana bem como de todos os seus adereços e particularidades: da câmara de lente dupla à S Pen.

 

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Fotos de Samsung Portugal

(conteúdo patrocinado por Samsung Portugal)