É possível trabalhar no meio do nada? Sim, sem dúvida

Decidimos enviar o Marco, gestor de redes sociais e colaborador do Shifter, em missão para Fafe para comprovar se é possível trabalhar no meio do nada, usando um Galaxy Note 9.

Trabalho. Uma palavra dificilmente associada a felicidade, é um dos pontos mais importantes no que toca ao bem estar físico e psicológico na vida de qualquer pessoa. Até porque estima-se que é a trabalhar que despendemos um terço das nossas vidas.

Com o desenvolvimento tecnológico, a disponibilidade do acesso à internet (principalmente em espaços públicos) e a popularização do regime freelancer, o trabalho remoto tem vindo a ganhar destaque na organização de diversas e diferentes empresas, como é o caso do Shifter. Seja não tendo um escritório físico de todo ou dando aos seus colaboradores a escolha de desempenhar as suas tarefas à distância, há firmas a quebrar com o padrão tradicional do horário fixo das 9-18 horas e da obrigatoriedade de deslocação diária até um espaço físico.

Um estudo realizado recentemente pela consultora IDC, em parceria com a Samsung, permitiu perceber que apenas 4,5% dos inquiridos revela ter opção de escolha sobre o local onde desempenha as suas tarefas, mas que 62,8% idealiza ter um horário de trabalho flexível e gerido por si. Mais de metade dos profissionais portugueses ouvidos pela IDC reconhece que o smartphone no âmbito laboral tem impacto na sua produtividade (59,9%), permite uma maior colaboração com colegas, clientes e parceiros (68,2%) e maior flexibilidade laboral (67,5%). Além do acesso ao e-mail (94,2% das escolhas) e da necessidade de uma bateria que dure o dia inteiro (33,3%), a utilização da câmara fotográfica para acelerar processos de negócio (19%) apresenta-se como uma das funcionalidades com maior impacto na produtividade.

O trabalho remoto pode não só ter um impacto positivo na dinâmica de uma cidade ou de um país (os recursos humanos deixam de ter de estar concentrados num ponto no mapa ou numa determinada região, e as horas de ponta deixam de estar tão sobrecarregadas), mas também nos próprios colaboradores. Alguns estudos indicam que quem trabalha à distância é mais feliz no trabalho, sente-se mais valorizado e pode até ser mais produtivo. Afinal de contas, somos todos demasiado diferentes para trabalharmos de forma igual: cada pessoa pode escolher o ambiente em que se sente mais confortável, bem como ajustar os horários de trabalho aos seus ciclos pessoais.

No Shifter, parte do trabalho diário é feito a partir do Palácio Baldaya, em Benfica. Mas aí temos apenas duas secretárias, pois toda a nossa equipa e rede de colaboradores encontra-se espalhada de norte a sul do país, e até no estrangeiro. Usamos o Slack para comunicar entre todos e às vezes juntamo-nos. Também não estamos todos os dias no Baldaya e montamos o estaminé em jardins, cafés, esplanadas, bibliotecas, centros comerciais e às vezes até no meio de um supermercado – aconteceu, o wi-fi era bom e foi preciso resolver um problema urgente. Contudo, quisemos elevar o nível e decidimos enviar o Marco, gestor de redes sociais e colaborador do Shifter, em missão para Fafe para comprovar se é possível trabalhar no meio do nada, usando um Galaxy Note 9.

A Casa do Penedo foi parte do escritório do Shifter durante dois dias. Entre quatro calhaus, transformou-se num espaço de trabalho comunitário, equipada com tudo aquilo de que os cinco coworkers convidados precisavam: wi-fi, máquina de café, sala de reuniões, piscina e um Galaxy Note 9 para cada um. Entre as filmagens, a paz de espírito e o sossego do Penedo criaram as condições ideias iniciar a preparação de alguns artigos, inclusive este. Afinal de contas, antes de colaboradores de qualquer organização, somos seres criativos; e a criatividade não surge em todo o lado.

Sem utilizar computador (mesmo que quisesse muito, avariou no caminho lol), a capacidade de multitasking do nosso colaborador manteve-se inalterável. E usando um pequeno dispositivo chamado Samsung Dex, o Marco conseguiu transformar o seu Galaxy Note 9 num computador: com um único cabo ligou o telemóvel a um monitor e já estava; não tendo um rato e teclado por perto, teve de usar o ecrã do smartphone como trackpad e teclado virtual.

Sim, é possível trabalhar no meio do nada para o Shifter. A internet quebra todas as barreiras geográficas que antes existiam no mundo do trabalho, o que também é bom para as empresas que podem ir buscar talento a qualquer parte do mundo. Muitos trabalhos podem ser feitos à distância e, apesar da teórica distância entre os colegas, nada que aplicações como o Slack, Discord ou Skype não resolvam num piscar de olhos. Contudo, apesar da proximidade digital, a presença física e contacto visual não deixam de ser primordiais no que toca ao desenvolvimento de relações sociais e mesmo na aquisição de novos conhecimentos.

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(conteúdo patrocinado por Samsung Portugal)